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Reconvale Noticias | Mulher de 28 anos é morta com 14 facadas por ex-companheiro no oeste baiano




Um caso de feminicídio chocou o bairro Top Park, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano, ainda na noite deste sábado (30). Letícia Santos Silva, de 28 anos, foi morta por 14 facadas pelo ex-companheiro, Edvanilton, que foi preso horas depois. O suspeito do crime segue preso.
O suspeito chegou de motocicleta, desceu do veículo e atacou a vítima. Letícia ainda tentou fugir, mas caiu na frente de uma casa. Moradores que tentaram intervir foram ameaçados pelo agressor, que fugiu em seguida, abandonando a faca e a camisa no caminho. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas ao chegar ao local, a equipe pôde apenas constatar a morte.
Segundo informações apuradas pelo Blog do Braga, parceiro local do Bahia Notícias, a vítima havia registrado uma ocorrência contra o ex-companheiro na semana anterior e já tinha solicitado uma medida protetiva. Após o crime, o assassino fugiu e buscou abrigo na casa de uma tia. Foi a própria familiar que acionou a Polícia Militar, que prendeu o suspeito em flagrante.
Edvanilton foi levado para a Delegacia de Polícia Civil, onde permanece preso à disposição da Justiça. A motocicleta usada no crime, que pertencia a um amigo do agressor, também foi apreendida.


O policial penal que atirou em um motoboy foi preso temporariamente pela Justiça do Rio neste domingo (31), em Jacarepaguá. Ele é acusado de disparar contra o pé de um entregador de aplicativo. O crime ocorreu na última sexta-feira (29), durante a entrega de um pedido de comida. O momento foi gravado pela vítima. O policial foi afastado por 90 dias pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), enquanto o entregador precisou de atendimento médico, mas está estável.
O agente foi identificado como José Ferrarini. Segundo as investigações, ele exigiu que a entrega fosse feita diretamente na porta de seu apartamento. O entregador, Valério Júnior, se recusou a subir, como determina a política do aplicativo. Irritado, Ferrarini desceu até a portaria e, após discutir com o trabalhador, disparou contra o pé direito da vítima, no momento em que ela começou a gravar a confusão. Relembre em vídeo:
No vídeo, também é possível ouvir o entregador afirmar que morava nas proximidades. Logo após o disparo, o policial diz que iria socorrê-lo. Mesmo ferido, a vítima grita por ajuda a vizinhos. Após a divulgação das imagens nas redes sociais, entregadores de aplicativo organizaram uma manifestação pedindo justiça. Veja em vídeo:


 

Depois do crime, Ferrarini deixou de comparecer ao plantão na unidade onde trabalhava, vinculada à Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). Com a abertura do inquérito, a Justiça expediu mandado de prisão temporária, cumprido neste domingo.
Em nota, a Seap informou que o servidor foi afastado de suas funções por 90 dias e que um processo administrativo disciplinar foi instaurado. A secretária Maria Rosa Nebel classificou a conduta do policial como “abominante” e afirmou que o episódio não representa a corporação: “A Polícia Penal não compactua, em hipótese alguma, com atitudes como essa. É um comportamento repugnante que não condiz com a postura da grande maioria dos policiais penais do Rio de Janeiro.”

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