Filho de Lula vai acionar a Justiça de Pernambuco contra Amado Batista




Filho do ex-presidente Lula (PT), o empresário Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) decidiu acionar a Justiça de Pernambuco contra o cantor Amado Batista.


Lulinha apresentará uma queixa-crime por injúria no Tribunal de Justiça, por declaração do cantor no programa ‘Frente a Frente’, da Rede Nordeste Rádio. Amado Batista disse que tanto Lula quanto seus filhos praticaram roubo durante os governos petistas.


“Antes do Bolsonaro, o dinheiro brasileiro era investido para ajudar países comunistas”, afirmou o apresentador Magno Martins, que disse citar o ministro do Turismo, Gilson Machado. Amado, então, completou: “Além de roubar pra caramba, né? Além de ter roubado pra caramba. Existem pessoas que eram pobres antes do comunismo aqui, antes da esquerda, e que estão milionários hoje”.


Amado Batista disse ainda que um dos filhos de Lula é latifundiário. “É só ir pro Pará, lá pro Mato Grosso, para vocês verem. Ao vivo e a cores”, disse. O cantor também não economizou palavras para descredibilizar pesquisas de opinião que indicam a vitória de Lula sobre Jair Bolsonaro em 2022.


“São os órgão de comunicações que deixaram de mamar na teta do governo, né? E agora fica querendo pregar. O [filósofo] Karl Marx e o [ditador soviético Josef] Stálin disseram que dez mentiras bem contadas viram verdades. Esse é o país que as pessoas querem, de ladrões?”, questionou.


Segundo a Folha, a queixa-crime apresentada à Justiça diz que, por causa das declarações do cantor, o filho do ex-presidente foi obrigado a assistir injusta ofensa contra si e contra seus familiares.


“[Fábio Luís] Sempre se manteve alheio aos holofotes da política, construindo carreira como empresário no segmento de games, mesmo que, vez ou outra, se visse diante dos desafios que a exposição política de seu pai lhe trazia”, afirma a ação.


“Amado Batista, com ausência completa de civilidade, ofendeu a dignidade e o decoro de Fábio Luís. Deve, pois, responder pelas mentiras que veiculou, civil e criminalmente”, disse um dos advogados responsáveis pela queixa, Marco Aurélio de Carvalho.

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