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Cassação da chapa Bolsonaro e Mourão ganha velocidade de cruzeiro no TSE


O ministro Og Fernandes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), abriu um prazo de três dias para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o vice Hamilton Mourão (PRTB) se manifestarem sobre um pedido do PT na ação que investiga a influência do impulsionamento de fake news nas eleições presidenciais de 2018.

O partido pede que os dados do inquérito que apura ofensas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sejam juntados às ações que tratam dos disparos de mensagens de WhatsApp.
Na quarta-feira, dia 27, o leitor soube aqui no Blog do Esmael que a investigação sobre fake news no Supremo abrangeria eleição de 2018.
O Código de Processo Civil trata, em seu artigo 372, da possibilidade de o magistrado validar o empréstimo, dispondo que “o juiz poderá admitir a utilização de prova produzida em outro processo, atribuindo-lhe o valor que considerar adequado, observado o contraditório”.

A investigação no STF chegou a indícios de que empresários financiaram a distribuição de notícias falsas que teriam ajudado a eleger Bolsonaro em 2018.

Esses empresários citados no inquérito também têm três dias para se manifestarem. Depois disso, com ou sem resposta, o Ministério Público Eleitoral deve ser ouvido também em três dias. Só então o ministro irá avaliar o pedido para incluir os dados do inquérito do STF na ação.
Fake news: Moraes já possui informações para ações muito mais explosivas, diz jornalista

O ministro Alexandre Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), já acumulou informações suficientes para operações policiais de potencial político mais explosivo do que as determinadas por ele na quarta (27), informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo.

“Ele preferiu esperar pelo resultado das buscas feitas nesta semana para encorpar o material que já tem —e partir para ações mais contundentes no inquérito que investiga fake news”, afirma Mônica Bergamo.

No mês passado, a PF apontou o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), como um dos articuladores do “Gabinete do ódio”, um esquema criminoso de disseminação de notícias falsas utilizado para atacar desafetos, ministros do Supremo e integrantes do Congresso.

“A possibilidade de ele [Carlos] ser alvo de alguma ação no inquérito preocupa o pai”, destaca a jornalista.

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