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Ex-gay diz em reality que homossexualidade é pecado e provoca histeria coletiva na mídia


O “politicamente correto” nunca foi tão intenso e intimidador como nos últimos anos, em várias partes do mundo. Apesar disso, o surgimento de uma uma reação cada vez mais forte de grupos conservadores, cientistas e religiosos que lutam contra a instalação de uma ditadura ideológica global, tem feito com que muitos resolvam manifestar abertamente o que pensam, contrariando os interesses de alguns movimentos.

Esse é o caso de Matthew Grech, um jovem convertido ao cristianismo que antes vivia conforme sua orientação sexual homossexual, mas que após ter um encontro pessoal com Jesus Cristo decidiu abandonar o estilo de vida gay para buscar assumir uma nova identidade sexual.



Grech participou do reality show de música “X-Factor”, de Malta, no sul da Europa, e causou uma verdadeira histeria coletiva na mídia após declarar nos bastidores do programa, em uma entrevista que antecedeu a sua apresentação, que o homossexualismo é pecado aos olhos de Deus.

“Eu costumava levar um estilo de vida homossexual, e depois encontrei Deus”, disse ele, segundo informações do Christian Post. “Por muito tempo, parei de seguir minhas paixões para seguir Jesus”.

Grech ressaltou que é possível existir afeto entre duas pessoas do mesmo sexo, mas que ele deve estar no campo da amizade e não ser confundido com a sexualidade. “Pode haver amor entre dois homens e duas mulheres? Sim. Mas apenas amor de amizade. Tudo o mais é pecado”, afirmou.

Blindagem ideológica

Imediatamente após a transmissão da sua entrevista na emissora TVM, o vídeo com a declaração de Grech foi retirado do YouTube e Facebook. A “X Factor Malta” rapidamente também tratou de emitir uma declaração, dizendo não ter responsabilidade sobre as palavras do participante.

“Nenhuma parte da audição original de Matthew Grech tinha a intenção de causar ofensa, nem as opiniões expressavam as dos produtores do programa”, disse o programa. Segundo o Times of Malta, até o Governo maltês emitiu uma declaração reafirmando o compromisso com os direitos dos homossexuais no arquipélago.

O Governo também tentou abafar a existência dos ex-gays e a possibilidade concreta de mudança de orientação sexual, verificada incontestavelmente por milhares de testemunhos de ex-homossexuais ao redor do planeta, alegando que a declaração de Grech coloraria em risco a população LGBT, pois estaria promovendo a “terapia de conversão”.

“Enquanto o governo condena todos esses comentários homofóbicos, transmitir esta mensagem, sem chamar os danos causados ​​pela terapia de conversão, é prejudicial”, disse o comunicado.

O jornal The Independent também destacou a fala de algumas personalidades, como o político transgênero Alex Mangion, que criticou a fala de Grech por poder afetar crianças transgêneros.
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