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Estudantes em São Gonçalo realizam protesto e cobram mais educação, saúde e segurança


Estudantes em São Gonçalo realizam protesto e cobram mais educação, saúde e segurança




Com frases estampadas em cartazes centenas de estudantes, da Escola Estadual Polivalente, Municipal Agripina de Lima Pedreira, Reunidas Antonio Carlos Pedreira (Prédio), de São Gonçalo dos Campos realizaram na manhã desta quinta-feira, 19, uma manifestação para cobrar melhor educação, saúde e segurança. 

O movimento, pacifico, teve início em frente ao Polivalente e os estudantes seguiram primeiro para a Delegacia Territorial (DT) da cidade, onde solicitaram informações da Polícia Civil (PC) a respeito dos quatro últimos arrombamentos à Escola Agripina. Em dois dos casos a unidade ficou tão destruída que foi preciso interromper as aulas para realizar os devidos reparos e convocar os cerca de mil alunos que estudam na escola.


Na delegacia, os alunos foram recebidos pelo escrivão de policia civil, Arnaldo, que na ausência do delegado titular, José Luis Lapa de Lima, que se encontra de férias, e também seu substituto que ainda não havia chegado à DT, falou para os estudantes que a PC realizou perícia no local, colheu todo que possivelmente possa ajudar a investigar os crimes, solicitou imagens de sistemas de segurança de propriedades próximas à escola e a PC está fazendo a sua parte.
O escrivão acrescentou ainda, que a responsabilidade de fornecer segurança à escola é da prefeitura, e que segundo informações do comando da própria Guarda Municipal, foram escalados dois guardas para fazer essa segurança e no dia do ocorrido eles não estavam no serviço. 

Seguindo com o manifesto, os estudantes seguiram sentido o centro da cidade e depois para a prefeitura municipal. Com palavras de ordem do tipo: "Carlos Germano, cadê você, eu vim aqui só pra te ver..." os alunos solicitaram a presença do prefeito, secretária de educação ou secretário de planejamento do governo. Segundo os jovens, foram informados que o prefeito não estava na prefeitura, assim como os secretários solicitados. Até às 11 horas ninguém do governo havia conversado com os estudantes, que também prometeram caso não tenham respostas, realizar outra manifestação, com mais pessoas, no dia do aniversário de Emancipação Política da cidade, dia 28 de julho.

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Por Sandro Araújo
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