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Juíza teleguiada de Moro é denunciada por torturar Lula



Uma das formas mais cruéis de tortura é a mental. Os seres vivos têm mecanismos de defesa contra a dor física: ao atingir um certo limite, o indivíduo perde a consciência. O sofrimento mental é pior porque a mente não apaga, podendo levar a pessoa à loucura.

O juiz Sergio Moro nomeou uma torturadora para supliciar Lula: Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, que se esmera em aprofundar o isolamento do ex-presidente. Agora, porém, a torturadora foi denunciada, ainda que a denúncia não cite o termo tortura.

A Comissão de Direitos Humanos do Senado enviou um pedido ao Ministério Público Federal para que apure e tome providências em relação à limitação das visitas ao ex-presidente Lula, considerada (a limitação) uma forma de impor sofrimento mental ao ex-presidente.


O pedido compõe o relatório final da diligência feita em abril na sede da PF pela Comissão.

A juíza federal Carolina Moura Lebbos, responsável pelas decisões sobre a custódia de Lula, tem recusado, sistematicamente, os pedidos de visita feitos por amigos e aliados políticos do ex-presidente.

A argumentação da juíza é a de que todos os presos encarcerados no local recebem apenas visitas de familiares e advogados, mas trata-se de uma meia-verdade. Outros encarcerados na Superintendência da Polícia Federal que não recebem visitas de amigos não tiveram pedidos de visita negados simplesmente porque não os fizeram.

O cerco está se fechando ao redor da juíza torturadora. Na semana passada, O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, solicitou com urgência informações à juíza sobre a decisão que barrou a visita de uma comissão de deputados ao ex-presidente Lula.


Na mesma decisão, Fachin remeteu diretamente para o plenário do Supremo a ação da Mesa Diretora da Câmara, que alega que Lebbos desrespeitou o princípio da separação entre os Poderes. No relatório, os senadores afirmam que Lei de Execução Penal estaria sendo violada, já que prevê autorização para a visita de amigos do preso.

Agora, vem à luz outra manobra da juíza para aprofundar a tortura psicológica contra Lula. Os próprios senadores que fizeram a diligência na cela do ex-presidente precisaram driblar decisão da juíza. Membros do grupo foram impedidos de fazer a visita por não serem componentes da Comissão de Direitos Humanos. Em uma rápida manobra, fizeram trocas relâmpago dos membros do colegiado e conseguiram entrar.


Na verdade, a matéria da Folha tenta disfarçar a tortura psicológica contra o ex-presidente ressaltando que os senadores que inspecionaram sua cela constaram que “o presidente Lula está em instalações adequadas e está sendo bem tratado”. Mas o senador Humberto Costa, membro da comissão, disse que esse tratamento não minimiza o isolamento do ex-presidente.

E quem não sabe o que é uma “solitária”? Manter alguém encarcerado sem companhia humana é uma forma de tortura tão antiga quanto andar para frente…

A Comissão de Direitos Humanos do Senado e a Presidência da Câmara precisam responsabilizar CRIMINALMENTE essa juíza pela violação dos direitos humanos de um ex-presidente da República. E a nós, cidadãos, cabe denunciar essa barbaridade ao mundo.
Confira a matéria em vídeo


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