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Marco Feliciano participa do Superpop e fala sobre os ex-gays; assista






O deputado pastor Marco Feliciano participou do programa Superpop na Rede TV! falando a respeito dos ex-gays, um grupo de pessoas que sofrem preconceito tanto por parte dos gays, quanto da sociedade. Tiago Oliveira, ex-travesti Talita Oliveira, foi um dos participantes do programa. Como Talita, Tiago foi expulso de casa por seu pai, foi para a Europa se prostituir e sofreu muito, até facada ela levou de outro travesti. Sua conversão foi o principal motivo para que ele voltasse a se assumir como homem, tanto é que agora ela já tem uma namorada. “A Palavra de Deus transforma e ela me transformou”, revelou Tiago. Feliciano tentou explicar que Deus tem poder pra tudo, desde que a pessoa o busque. O pastor falou a respeito da escolha pessoal de quem busca a Deus e reafirmou sua opinião que o homossexualismo é comportamento. O repórter Felipeh Campos, homossexual assumido, também participou do programa, assim como Thalita Zampirolli, transexual que foi abusada sexualmente por alguém próximo a sua casa. Thalita sempre se achou mulher em um corpo de um menino e fez a troca de sexo muito cedo, pois ela nasceu com o órgão sexual atrofiado. Tiago tentou explicar o preconceito que os transexuais sofrem até dentro do próprio movimento gay, citando que muitos só possuem a prostituição como forma de sustento. O projeto “cura gay” entrou no tema do programa e Feliciano teve que explicar que o projeto chegou a Brasília a pedido de um grupo de psicólogos contra a resolução de 1999 do Conselho Federal de Psicologia que impede o tratamento dos homossexuais que não estão satisfeitos. Tiago diz que chegou a procurar psicólogos para ajudá-lo a organizar seus pensamentos e não encontrou quem o ajudasse. Thalita Zampirolli teve apoio de psicólogos para fazer a cirurgia de mudança de sexo.
Gays não acreditam em ex-gay: O homossexual Bill Santos e a travesti Tchaca não concordam que existe ex-gay, para eles as pessoas que dizem que deixaram o homossexualismo para se adaptarem ao sistema. Sobre o caso de Tiago, Bill diz que ele foi manipulado por ser infeliz, chegaram até a insinuar que ele foi obrigado a se assumir como homem para ter benefícios. Eles acusam Feliciano de inventar pautas ligadas ao homossexualismo para aparecer na mídia. Tchaca chegou dizer que as mortes de todos os gays estão nas costas do religioso por ele não aceitar a união entre pessoas do mesmo sexo. O deputado resolveu não retribuir as ofensas, dizendo que lançam nele o ódio que eles mesmos sentem. “Cada um oferece aquilo que tem”, disse Feliciano afirmando que irá orar por eles.
Pessoas que não estão felizes: Feliciano citou que sua ideia de falar sobre os ex-gays na Comissão de Direitos Humanos da Câmara é para mostrar a necessidade de ajudar quem não está feliz, um direito que esse grupo não tem. “Quem está feliz com sua sexualidade que siga sua vida”, disse o deputado dizendo que a ideia não é obrigar ninguém a deixar de ser gay. O pastor Robson, ex-gay, foi entrevistado pelo programa e afirmou que ainda sofre preconceito dos ativistas homossexuais por ter largado o movimento e se casado com uma mulher. “Eu entrei na homossexualidade, não porque eu nasci gay, mas porque fui levado. Eu entrei na homossexualidade porque fui abusado. Eu tinha 12 anos de idade e um homem invadiu a minha casa e me violentou”, relatou. Mas Robson sabe que cada caso é um caso, mas que há milhares de pessoas que entraram na sexualidade por algum trauma e que não tiveram a chance de serem atendidos. “Quero ser respeitado”, disse Robson.
                                                   Via / Voz da Bahia

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