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Jaques Wagner minimiza pesquisas eleitorais: 'Se dependesse delas, eu não teria sido eleito'


À medida que o calendário eleitoral avança, o senador Jaques Wagner adotou um tom de cautela e pragmatismo ao comentar o desempenho de aliados e adversários nos levantamentos de intenção de voto. Segundo disse o líder político ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste, nesta terça-feira (21), durante agenda em Carinhanha, os números atuais devem ser lidos apenas como uma tendência provisória, e não como um veredito antecipado das urnas. “Eu acho que pesquisa é sempre uma fotografia do momento. Ela não é a realidade da eleição. Se dependesse de pesquisa, eu não teria sido eleito, nem Rui [Costa], nem Jerônimo [Rodrigues]”, disparou Wagner, relembrando as viradas históricas do PT na Bahia.

O senador destacou que, embora as pesquisas sirvam como um termômetro para entender como a população avalia os governos municipal, estadual e federal, o cenário ainda passará por muitas transformações nos próximos meses. Com cerca de cinco meses e meio até o pleito, ele prevê uma oscilação intensa nos números, impulsionada especialmente pela dinâmica das redes sociais. Wagner demonstrou preocupação com o impacto da desinformação no processo democrático, afirmando que “hoje rola muita mentira pela internet, então as pessoas ficam meio tontas sem saber o que é verdade e mentira”.

Apesar do alerta sobre as fake news, a confiança do senador na força do grupo político liderado por Lula e Jerônimo permanece inabalável. Ele acredita que o alinhamento entre as esferas de governo será o principal trunfo para conquistar o eleitorado baiano e nacional. Para Wagner, o trabalho realizado nas bases e a entrega de obras estruturantes, como as anunciadas no sertão, terão mais peso do que os índices momentâneos das pesquisas. “Eu acredito muito na nossa vitória na Bahia, na vitória a nível brasileiro com o presidente Lula e Jerônimo”, concluiu.

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