
A empresária Flávia Barros, morta em um quarto de hotel por Tiago Sóstenes Miranda de Matos, ex-diretor do presídio de Paulo Afonso, no norte da Bahia, pode ter sido enganada antes de ser alvo de disparos por parte do policial penal. De acordo com informações iniciais, a vítima não sabia que Tiago é casado com uma outra mulher e tem três filhos, mantendo a família ‘escondida’ de Flávia em outro estado.
Os dois começaram a sair em novembro do ano passado, mas oficializaram a relação uma semana antes do crime, quando o policial penal pediu a empresária em namoro no dia do aniversário dela. Apesar da relação entre os dois acontecer em Paulo Afonso, o casal viajou junto para Aracaju, em Sergipe, para acompanhar um show que aconteceu na noite anterior ao crime no quarto do hotel onde se hospedaram,

Até o momento, não há confirmação do que desencadeou a ação criminosa de Tiago. Após a repercussão do caso, o policial penal foi exonerado do cargo de direção do presídio. Segundo as investigações, logo depois do crime, ele teria utilizado a própria arma funcional para tentar tirar a própria vida. O suspeito foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Urgências de Sergipe, onde passou por cirurgia no último domingo.Tiago Sóstenes Miranda de Matos é diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso por Reprodução
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