
Uma mulher denunciou que quase teve a filha de 2 anos sequestrada na manhã desta segunda-feira (26), na localidade conhecida como Entrada do Cigano, no bairro Caipe de Cima, em São Francisco do Conde, na Região Metropolitana de Salvador. O crime ocorreu entre 10h40 e 11h e terminou com a mulher ferida após reagir à tentativa de sequestro.
Segundo relato da vítima, ela estava dentro de casa enquanto a criança brincava em frente à residência. Em determinado momento, a mulher percebeu a aproximação de um homem ao ouvir passos sobre cascas de marisco espalhadas no chão. O suspeito teria se aproximado da menina e perguntado onde estava a mãe e com quem ela se encontrava. A criança respondeu que a mãe estava dentro da casa.
Ao sair para verificar a situação, a mulher informou que o homem pediu um copo de água. Diante da situação, ela decidiu pegar a filha para entrar na residência, mas o suspeito teria solicitado que a criança permanecesse com ele. Ao se recusar, a mãe relatou que o homem passou a puxar o braço da menina na tentativa de retirá-la de seus braços.
A vítima conseguiu empurrar o suspeito e entrar em casa com a filha, porém foi novamente atacada. De acordo com o relato, o homem a puxou pelos cabelos e passou a agredi-la com socos, iniciando uma luta corporal. Durante a agressão, a mulher sofreu cortes na região da barriga e no braço, provocados por um objeto que ela não conseguiu identificar.
Ao gritar por socorro, o agressor fugiu. A mulher conseguiu se trancar dentro da residência e, posteriormente, buscou abrigo na casa da mãe, após conseguir contato com familiares e vizinhos.
A vítima afirmou não conhecer o suspeito e disse nunca tê-lo visto anteriormente. Ela descreveu o homem como magro, moreno, com estatura aproximada de 1,80 metro, tatuagem no pescoço, possivelmente uma flor, e vestindo um macacão laranja no momento do crime.
A mulher foi encaminhada a uma unidade de saúde, onde foi medicada e liberada. Policiais do 26º Batalhão da Polícia Militar foram acionados e acompanharam a vítima até a residência após o atendimento hospitalar.
Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
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