Lula sobre isolamento de Bolsonaro: "este genocida que governa o país não é recebido por ninguém"


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta terça-feira (2), destacou o isolamento político de Jair Bolsonaro (PL) e fez críticas ao atual governo. "Esse genocida não é recebido por ninguém. E ninguém vem visitar esse País. Esse negacionista não acredita nas coisas", disse o petista.

"Eles sabem que eu não quero voltar para governar, eu quero cuidar do povo brasileiro. O salário mínimo vai voltar a aumentar todo ano acima da inflação. Todas as categorias vão receber salário acima da inflação, que vai baixar. Os juros vão baixar. O Banco do Brasil , a Caixa, o BNB não serão privatizados. Vamos retomar o controle da Petrobrás, que não pode ficar dando dinheiro a acionistas americanos", acrescentou o ex-presidente.
Segundo Lula, "esse País vai voltar a produzir emprego, salário, obras de infraestrutura". "Vou recuperar o respeito com EUA, Alemanha, França, Índia, China… vamos recuperar o respeito e essa gente vai voltar a investir no Brasil. Vai ter financiamento… o BNDES vai financiar pequenas e médias empresas. A gente vai voltar a sorrir, a reunir a família e poder comer um churrasquinho, uma picanha, costelinha quente e tomar uma cervejinha", continuou.da. Essa gente não sabe que o povo. Acabamos com a fome. Vocês sabem o significado das cisternas, o Luz para Todos, universidades novas, criação de escolas técnicas, a garantia da produção de alimentos para a agricultura familiar", acrescentou.
"Era preciso fazer a transposição e eles que nunca mexeram um palito vêm dizer que fizeram a transposição. Essa gente é tão mentirosa. A seca é um fenômeno da natureza, mas a fome é falta de vergonha de quem governa este País. Não é possível que uma criança vá dormir com fome, que uma velhinha morra de destruição, pessoas na fila pegando osso. Quem governa este País não tem responsabilidade, compromisso com o povo. Ele tem medo não é da urna, é do povo brasileiro. Vai dar dinheiro a caminhoneiros, a taxistas até dezembro. Se cair dinheiro na conta de vocês, peguem e coma. Senão eles vão tomar de volta outra vez".

O petista destacou a parceria com o seu vice, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB). "Pra gente mostrar que é mais barato construir escolas do que cadeia, distribuir livros do que armas".

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