450 mil mortes enquanto Bolsonaro passeia de moto no Rio de Janeiro

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450 mil mortes enquanto Bolsonaro passeia de moto no Rio de Janeiro




O presidente Jair Bolsonaro poderia ter dado o bom exemplo hoje, usar máscara, não aglomerar, e visitar um hospital. Isso seria o ideal, mas o real é o que segue.
No dia que o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) anunciou 450 mil mortos e 16 milhões de casos de covid no País, o presidente cometia a “obscenidade” de passear de moto no Rio.
Pior: Bolsonaro não usava máscara na aglomeração que promoveu na capital fluminense.
“É inadmissível esse absurdo. São 450 mil mortes por Covid-19 no país, desemprego em alta, preço dos alimentos inacessível, muita gente passando fome. E o Bolsonaro comemora? É esse o projeto para o Brasil?”, questionou a deputada Benedita da Silva (PT-RJ).
Para o deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ), Bolsonaro está colocando em risco a vida de milhões de brasileiros. Ele questionou a quantidade de pessoas que irão morrer de COVID-19 depois do passeio de moto no Rio. “É muita irresponsabilidade, é muito desprezo pela vida alheia. Esse sujeito não é só um presidente ruim, é um ser humano péssimo”, disse.
A presidenta nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), afirmou que Bolsonaro terá de explicar o por que desses passeios de moto, como o de hoje no Rio e do dia 9 em Brasília. “Qual a justificativa para gastar dinheiro público, deslocar seguranças, assessores, diárias, etc. Pra que e a quem ser isso?”, perguntou. “O povo na pindaíba e ele gastando para passear e aglomerar?”, continuou a dirigente.
Segundo Gleisi, o passeio de moto de Bolsonaro no Rio mobilizou mil policiais. Gastou dinheiro público e aglomerou na pandemia. “Visitar hospitais, prestar solidariedade às vítimas da Covid e com quem passa fome, nada!”, cobrou. “Mas aí seria outro presidente né! Esse aí não se comove com a dor do outro”, comparou a parlamentar do PT.
“Bolsonaro hoje no Rio de Janeiro debochou dos 450 mil mortos e da dor de seus familiares. Debochou do povo, do Supremo, do Congresso e de toda e qualquer dimensão do processo civilizatório. Ele tem a certeza de vai continuar a praticar crimes e de que tudo vai ficar por isso mesmo”, disse o ex-deputado Wadih Damous (PT-RJ), membro da OAB-RJ.

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