Tiradentes se revira no túmulo por causa do medíocre governo de Bolsonaro

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Tiradentes se revira no túmulo por causa do medíocre governo de Bolsonaro


Nesta quarta-feira, dia 21 de abril, vamos celebrar mais uma vez o Dia de Tiradentes. Na escola nós aprendemos que ele foi enforcado e esquartejado em praça pública, no dia 21 de abril de 1792, pela participação na Inconfidência Mineira, movimento que tentou tornar o Brasil independente de Portugal. Note, o alferes Tiradentes foi martirizado porque lutava pela independência do País.
Alferes Jair Bolsonaro, no rumo oposto, na condição de presidente, sabota essa independência do Brasil conquistada em 1822, qual seja, quase duzentos anos. Vide a tentativa de o inquilino do Palácio do Planalto, a qualquer custo, submeter o país ao não menos medíocre governo de Donald Trump nos Estados Unidos [que Deus o tenha!].
A falta de vacinas nestes tempos de covid, o negacionismo, é mais uma evidência de que Bolsonaro não zela pela soberania do País –que depende de país estrangeiros para a imunização de 210 milhões de brasileiros, comprometendo a segurança nacional a existência da nação e da nossa civilização.
Tiradentes se revira no túmulo por causa dessa situação medíocre, de entreguismo de Bolsonaro, equivalente ao papel Joaquim Silvério dos Reis –o “Judas” da Inconfidência Mineira.
O descompromisso do governo com o patrimônio público, expresso pelas estatais, também é patente com as privatizações de poços de petróleo, refinarias, empresas estratégicas como Correios e Caixa, por exemplo, enquanto amplia a dependência do Brasil ao capital especulativo estrangeiro.
Ao ver o que Bolsonaro faz e deixou de fazer pelo país, Tiradentes sente vergonha alheia.
Em dois anos e três meses de governo, o presidente Jair Bolsonaro retroagiu aos períodos da semiescravidão no Brasil, há 120 anos, quando os trabalhadores não tinham direitos ou garantias.
No pós-abolição formal da escravidão, em 1888, o objetivo era acumular capital com a degradação da condição humana. Foi preciso a Revolução de 1930, com Getúlio Vargas, para assegurar o mínimo para a subsistência com dignidade dos que produzem a riqueza. Porém, Bolsonaro conseguiu a proeza de dar uma marcha à ré de 100 anos no nosso processo civilizatório.
Com certeza, Tiradentes morreria de vergonha se vivesse hoje entre nós.
‘Eu dei o meu pescoço por esse daí?’, perguntar-nos-ia o herói da independência.
Nós, brasileiros hodiernos, pedimos desculpas a Tiradentes pela excrecência e mediocridade do governo Bolsonaro.
Em tempo: a palavra “alferes” era a designação para militar de baixa patente nas forças armadas; de origem medieval, a função equivale hoje às de subtenente ou de segundo tenente.

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