Coronavoucher de R$ 600 é prorrogado por dois meses, após auxílio emergencial ser espancado pela mídia - Reconvale Noticias

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Coronavoucher de R$ 600 é prorrogado por dois meses, após auxílio emergencial ser espancado pela mídia



Coronavoucher de R$ 600 é prorrogado por dois meses, após auxílio emergencial ser espancado pela mídia

Coronavoucher de R$ 600 é prorrogado por dois meses, após auxílio emergencial ser espancado pela mídia

A velha mídia espancou o quanto pôde o auxílio emergencial de R$ 600, o coronavaucher, generalizando alguns desvios de finalidade do programa que deveria ser universal. A maioria das pessoas precisa dessa ajuda porque o governo Jair Bolsonaro e Paulo Guedes aprofundou a crise econômica durante a pandemia de coronavírus.
A reação dos veículos de comunicação à exceção, aos desvios, foi desproporcional à possibilidade de o Estado reaver os valor pagos ilegalmente.
Feito esse registro inicial, o governo federal decidiu aceitar a proposta do Congresso Nacional e vai estender o Auxilio Emergencial em duas parcelas de R$ 600.

Na verdade, Bolsonaro e Guedes foram enquadrados pelo presidente do Congresso, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vinha defendendo a prorrogação do coronavoucher por mais três meses.
“O importante é que se renovem os R$ 600 por dois meses e nesse período se possa construir um texto com foco e gerando uma condição melhor para os que precisam de uma renda”, disse Maia, indicando que voltará ao tema ‘prorrogação’ em brevíssimo tempo.
Pelas contas da Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado, cada parcela do auxílio custa, por mês, R$ 50 bilhões aos cofres públicos. O benefício foi criado como forma de combater os efeitos da pandemia do novo coronavírus.
Essas duas parcelas adicionais do auxílio emergencial não precisará de aprovação prévia do Congresso.
A título de comparação, os bancos receberam benefícios do governo federal que ultrapassam R$ 2 trilhões no início da pandemia. Logo, esse valor daria para pagar o auxílio emergencial por três anos e meio.

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