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Anonymous aponta Flávio Bolsonaro como mandante do assassinato de Marielle



A rede Anonymous continua investindo em divulgar acusações no Brasil. Nesta semana, uma das postagens foi direcionado ao caso Marielle Franco. O grupo hacker aponta Flávio Bolsonaro (Republicanos) como mandante do crime. A vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco foi assassinada em 2018, juntamente com seu motorista Anderson Gomes.

"Não queremos trazer notícias não verdadeiras, não somos nenhum grupo iniciante e nem estamos com o propósito de fama, diferente de todos os grupos brasileiros, aqui nós apuramos os fatos e trazemos conforto e conhecimento sobre o que estão nos escondendo, aqui nós apoiamos todos, nós? Somos negros, asiáticos, judeus, muçulmanos, LGBT, e toda classe oprimida e desfavorecida! Vocês não estão sozinhos, estamos com vocês", diz o início do texto de esclarecimento que antecipa uma série de links e vídeos sobre como funcionou o suposto planejamento da execução da vereadora Marielle e do Anderson.

Informações pessoais de pessoas confirmadas e outras supostamente envolvidas na morte da vereadora do Rio de Janeiro foram disponibilizadas, como CPF, número de cartão de crédito, filiação, telefones e endereço.

"Estamos cansados, o povo clama por ajuda, será que poderíamos visualizar com mais profundidade e com mais precisão o caso do presidente? O que o senhor acha Presidente? Talvez surja provas que seu filho é corrupto, talvez esse ano, a favela vai se revoltar, policiais estão abusando de poder, e o sistema deixa!", disse em mensagem os hackers, que reafirmou que a direita está "propícia a ser fascista ".

"Conclusão? Parece que a família Bolsonaro é a mandante. Também parece que agora temos vários motivos para duvidar da postura do nosso querido presidente! #MarielleVIVE", finalizou a postagem do grupo que se autodenomina Anonymous Brasil .

O grupo de hackers apontou para Flávio Bolsonaro como o integrante da família presidencial que atua junto com a milícia. Um link de apoio redirecionado para um suposto documento da Câmara, do deputado Rogério Correia (PT-MG), que pede uma investigação especial para apurar as ações criminosas das milícias do Rio de Janeiro. Contudo, não consta no requerimento o número de emissão e a data, apenas o mês de fevereiro do ano de 2019 ao final do suposto documento.

Nesta nova exposição de dados, foram divulgadas informações sobre de Ronnie Lessa e a esposa, Elaine Pereira Figueiredo, Elcio Vieira de Queiroz, Alexandre Motta de Souza, Rodrigo Jorge Ferreira, Camila Moreira, apontada como advogada que "atrapalhou as investigações", Bruno Pereira Figueiredo, cunhado de Ronnie Lessa, José Márcio Mantovano e Josinaldo Lucas Freitas, que seriam amigos de Ronnie e "ocultaram armas".

*Com informações IG  Via/ jmonline.com.br

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