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Joice Hasselmann pede desculpas por ter ajudado a eleger Bolsonaro


A deputada Joice Hasselmann (PSL) usou o Twitter para pedir desculpas por ter ajudado a eleger o presidente Bolsonaro (sem partido).

A deputada Joice Hasselmann (PSL) usou o Twitter para pedir desculpas por ter ajudado a eleger o presidente Bolsonaro (sem partido).
Ela compartilhou um vídeo com o presidente atacando a mídia e dizendo para jornalistas “calarem a boca” e escreveu:
“Cada dia mais me envergonho de ter trabalhado para esse senhor. Muitos me criticam aqui nas redes por “eu ter ajudado a eleger um monstro”. Peço desculpas a todos. Tinha a esperança de ter encontrado um líder de verdade. Mas o que temos é só isso ai. #MeDesculpem”
Cada dia mais me envergonho de ter trabalhado para esse senhor. Muitos me criticam aqui nas redes por "eu ter ajudado a eleger um monstro". Peço desculpas a todos. Tinha a esperança de ter encontrado um líder de verdade. Mas o que temos é só isso ai. @jairbolsonaro
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Bom, antes tarde, do que nunca… Difícil saber se o arrependimento não é só chororô para se diferenciar do Capitão Cloroquina.

#EuNãoMeCalo: Jornalistas protestam contra Bolsonaro nas redes

Após mais um episódio de desrespeito do presidente Bolsonaro contra os jornalistas, gritando e mandando “calar a boca”, os profissionais resolveram se manifestar nas redes sociais.

Foi criada a hashtag #EuNãoMeCalo no Twitter. Confira algumas das postagens:

Fabio Pannunzio escreveu: “39 anos de jornalismo, com muito orgulho. @jairbolsonaro, a mim você não cala. #eunaomecalo“
Rodrigo Gini escreveu: “Eu me junto aos inúmeros colegas jornalistas pelo direito à informação, ao questionamento, ao respeito. E contra qualquer tipo de desequilíbrio. Nada se ganha no grito. #EuNãoMeCalo“
Eu me junto aos inúmeros colegas jornalistas pelo direito à informação, ao questionamento, ao respeito. E contra qualquer tipo de desequilíbrio. Nada se ganha no grito.
Veja outros Tweets de Rodrigo Gini


A tag ainda está decolando e deve subir durante toda a tarde na medida da repercussão do ataque de Bolsonaro à imprensa.

Bolsonaro protagoniza novo show de horror na saída do Palácio da Alvorada; assista

O presidente Bolsonaro protagonizou um novo show de horror na saída do Palácio Alvorada na manhã desta terça-feira (5).

Ele estava segurando a manchete da Folha de São Paulo que diz: “Novo diretor da PF assume e acata pedido de Bolsonaro”

A manchete se refere à troca do superintendente da Polícia Federal do Rio de Janeiro. Essa foi a primeira ação do novo diretor-geral da Polícia Federal, Rolando Souza após ser empossado ontem.

O jornalista Flávio Costa compartilhou o vídeo pelo Twitter e comentou: “Hoje pela manhã ⁦@jairbolsonaro⁩ chamou mais uma vez a ⁦@folha⁩ de canalha e por duas vezes mandou os jornalistas que tentavam entrevistá-lo calarem a boca.”

Hoje pela manhã ⁦@jairbolsonaro⁩ chamou mais uma vez a ⁦@folha⁩ de canalha e por duas vezes mandou os jornalistas que tentavam entrevistá-lo calarem a boca.
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O descontrole de Bolsonaro é a real medida da encrenca em que ele e sua família estão metidos.
Novo diretor da Polícia Federal troca superintendente do Rio de Janeiro
O novo diretor-geral da Polícia Federal, Rolando Souza, já chegou mostrando serviço e trocando o chefe da superintendência da PF no Rio de Janeiro,
Carlos Henrique Oliveira, que ocupava o cargo, foi convidado para ser o diretor-executivo, número dois na hierarquia do órgão. A decisão atende aos desejos da família Bolsonaro sem desprestigiar Oliveira.
O ex-juiz Sérgio Moro afirmou que Bolsonaro queria trocar os superintendentes no Rio e em Pernambuco para que pudesse interferir politicamente nas investigações.
A própria posse de Rolando Souza foi feita às pressas para que não houvesse chance de ele ser derrubado antes de “sentar na cadeira”. O termo de posse de Rolando foi assinado poucos minutos depois da edição extra do Diário Oficial com a nomeação.
Com informações da Folha de São Paulo.
“Bolsonaro apequena a PF e transforma-a em ‘braço político'”; diz Boulos
O presidente Bolsonaro nomeou Rolando Alexandre de Souza para exercer o cargo de Diretor-Geral da Polícia Federal nesta segunda-feira (4) mas a nomeação não pegou muito bem.

Rolando era secretário de Planejamento e Gestão da Abin, ou seja, era assessor de Alexandre Ramagem na Agência Brasileira de Inteligência.

Nada que desabone o currículo dele, mas a escolha não deixa dúvidas sobre as reais intensões do presidente Bolsonaro.

Guilherme Boulos escreveu: Bolsonaro nomeou Rolando Alexandre, assessor de Ramagem na Abin, para dirigir a PF. Ou seja, em vez do amigo do Carluxo, o sub do amigo do Carluxo. Apequena a Polícia Federal e mantém a linha de usá-la como braço político.
Bolsonaro nomeou Rolando Alexandre, assessor de Ramagem na Abin, para dirigir a PF. Ou seja, em vez do amigo do Carluxo, o sub do amigo do Carluxo. Apequena a Polícia Federal e mantém a linha de usá-la como braço político.
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