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Tiro que matou Ágatha Félix partiu de arma de PM, aponta inquérito policial


Partiu do fuzil de um cabo da Policial Militar o tiro que matou a menina Ágatha Félix, no dia 20 de setembro, na favela da Fazendinha, no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. A informação consta do inquérito da Polícia Civil sobre o caso, que deve ser enviado nesta terça-feira (19) à Justiça.
De acordo com o documento, houve um “erro de execução”: o objetivo não era atingir a criança, mas dar um “tiro de advertência” para forçar a parada de dois homens que estavam em uma motocicleta.
Um laudo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), entregue à Delegacia de Homicídios da capital (DH), apontou que um fragmento de projétil encontrado no corpo de Ágatha tinha ranhuras idênticas à do cano do fuzil usado pelo PM.
Ainda de acordo com o laudo, a bala atingiu primeiramente um poste. Foi um estilhaço que provocou a morte da menina, perfurando suas costas e saindo pelo tórax.
Ágatha, que tinha 8 anos, foi morta quando seguia para casa acompanhada de seu avô. Ela faz parte de um grupo de seis crianças que morreram vítimas de bala perdida neste ano no Rio. Na semana passada, a vítima mais recente dessa estatística foi Ketellen Umbelino de Oliveira Gomes, de apenas 5 anos.
                    Com informações do Extra.

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