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Com duas cabeças e três braços, nascem bebês siameses


Uma mulher de 21 anos deu à luz um bebê com duas cabeças e três braços na Índia. Babita Ahirwar o marido Jaswant Singh Ahirwar, que não sabiam da condição da criança, disseram que ficaram chocados quando ela deu à luz em 23 de novembro.
O caso parece ser uma forma rara de gêmeos siameses, nos quais os bebês compartilham os mesmos órgãos internos, incluindo um coração, mas têm cabeças separadas. Segundo informações do jornal britâncio Daily Mail, os gêmeos estão sob observação 24 horas no hospital, mas ainda não se sabe se existe possibilidade de cirurgia.
O casal, que vive no vilarejo de Bausada, na região central da Índia, está junto há 18 meses e esperava o primeiro filho. Segundo relatos da imprensa local, os dois esperavam gêmeos siameses por volta da 35ª semana de gravidez. Mas depois de uma cesariana às 7:30 da manhã de 23 de novembro, Babita deu à luz um 'bebê com duas cabeças'.
Ahirwar disse a uma agência de notícias local: “Foi um sentimento confuso quando as enfermeiras me entregaram o bebê. Inicialmente, pensei que fossem gêmeos, mas quando as enfermeiras removeram a toalha, fiquei chocado ao ver nosso primogênito com duas cabeças e três mãos".
Caso raro
Gêmeos nascidos com duas cabeças, um corpo e três braços são conhecidos como tribrachius parapagus. O diagnóstico dos bebês de Babita e Jaswant ainda não foi confirmado pelos médicos, no entanto. Esse tipo de gêmeos é extremamente incomum, afetando menos de um em um milhão de nascimentos.
Segundo os médicos, são muito remotas as possibilidades de cirurgia de separação já que os gêmeos compartilham todos os seus órgãos. Surendra Sonkar, do hospital Vidisha Sadar, onde nasceram os gêmeos revelou a uma agência local: "O bebê tinha duas cabeças e três mãos. A terceira mão tinha duas palmas presas. Há apenas um coração visível no recém-nascido. Esta é uma condição muito rara e é a primeira vez que me deparei com esse caso na minha carreira".
O bebê está sendo tratado no Hospital e Faculdade Hamidi de Bhopal mas espera visita de especialistas que já operaram em casos similares.
"Este é o meu bebê e eu vou criá-lo como ele é. As pessoas estão dizendo muitas coisas, mas ele é meu bebê e eu vou levá-lo para casa. Enquanto ele estiver vivo, eu o amarei e cuidarei", finalizou Jaswant.

Fonte: 010 - revistamarieclaire.globo

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