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#AmanhaGilmarMendesCai acelera suspeição de Sérgio Moro no STF

 
Lavajatistas miram em Gilmar Mendes, do STF, nas vésperas de julgamento da suspeição de Sérgio Moro na Segunda Turma.
A milícia virtual ataca sem parar o ministro Gilmar Mendes, do STF, nas vésperas do julgamento da suspeição do ex-juiz Sérgio Moro na Segunda Turma.
Desde a segunda-feira (11), as milícias virtuais dos lavajatistas tentam intimidar Gilmar e o presidente do Supremo, Dias Toffoli, com a finalidade de fazê-los recuar da inexorável pauta.
Contra Gilmar os robôs levantaram ao longo dos sete últimos dias as seguintes hashtags:
#AmanhaGilmarMendesCai
#Dia17AdeusGilmarMendes
#ImpeachmentGilmarMendesjá
#GilmarMendesImpeachment
#foraGilmarMendes
#Corruptos
#SapaoVaiCair
#ImpeachmentGilmaMendesjá
#Dia17ForaGilmar
#ImpeachmentGilmarMendes
Sobre a tag deste sábado (16) nas redes sociais (#AmanhaGilmarMendesCai), trata-se de alusão ao movimento de simpatizantes do ex-juiz Moro e do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa Lava Jato, que estimulados a sair nas ruas contra o Supremo e o Congresso Nacional. Enfim, os metadados são os responsáveis pela mobilização dos zumbis lavajatistas.
Neste domingo (17), amparados por robôs nas redes sociais, portanto fictícios, os lavajatistas prometem elevar o tom contra Gilmar Mendes e Dias Toffoli.
A suspeição do ex-juiz Sérgio Moro, no julgamento do caso tríplex, anularia a sentença contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com isso, o petista recuperaria sua elegibilidade para a disputa de 2022.
Lula Livre e habilitado na disputa presidencial ajudaria a polarização com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), mas contraria o ‘Partido da Lava Jato’ e enterraria a possibilidade da candidatura de Sérgio Moro ao Palácio do Planalto. Eis a disputa de fundo, caríssimo leitor.
Sobre o julgamento da suspeição de Moro
Na sessão de 25 de junho de 2019, o ministro Gilmar Mendes pediu vista do habeas corpus (HC 164493) impetrado pela defesa de Lula. O placar estava dois votos contra a suspeição de Moro, proferidos pelos ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia.
No entanto, ao ser retomado o julgamento, faltam votar ainda os ministros Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Celso de Mello.

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