Mistério em Vera Cruz: cratera quase 4 metros com 90 comprimento; causa da erosão ainda é desconhecida - Reconvale Noticias

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Mistério em Vera Cruz: cratera quase 4 metros com 90 comprimento; causa da erosão ainda é desconhecida








                       Fotos: Divulgação | OrtoPixel
A cratera que se abriu perto da vila de Matarandiba, em Vera Cruz, Ilha de Itaparica, na Bahia, cresceu quase 4 metros de comprimento, segundo informações da Dow Química, empresa multinacional americana que atua na área onde o buraco surgiu. Na última divulgação do tamanho da cratera, em novembro do ano passado, ela tinha 86 metros de comprimento e 36 de largura. Já os dados atualizados apontam 89,5m de comprimento, 40,9m de largura. Assim como na última medição, apenas a profundidade diminuiu devido ao acúmulo dos detritos que caem com o crescimento do buraco. Com isso, a profundidade passou de 40 para 36,4 metros. A Dow informou que ainda não há detalhes das causas da cratera e segue com os estudos para a descoberta de como surgiu o sinkhole, fenômeno geológico conhecido como “vazio subterrâneo”, em Matarandiba. A primeira parte dos resultados das avaliações tem prazo previsto de conclusão no segundo trimestre deste ano.





A empresa informou que o aumento do comprimento da cratera é esperado até a completa estabilização do terreno, uma vez que, sob o ponto de vista técnico, a tendência é que as bordas da erosão fiquem do mesmo tamanho que o fundo dela. Quando as bordas superiores estiverem com o mesmo perímetro da parte inferior deve haver uma estabilização, diz a empresa. A Dow ressaltou que a comunidade de Matarandiba está segura, de acordo com os resultados do estudo geomecânico divulgado no final de novembro, conduzido pela consultoria independente alemã Institute for Geomechanics (IFG), referência mundial no tema. Entretanto, como medida preventiva, foram instaladas tecnologias que oferecem informações em tempo real dos movimentos do subsolo na área, como satélite de alta precisão que permite monitorar e recuperar a história da movimentação do solo em toda a região da ilha. Também foram instalados micro sensores para monitorar qualquer movimento e possibilidade de novas ocorrências. Confira a reportagem do G1.













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