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Monstruosidade: Pais confessam que enterraram corpo de bebê, após informarem “sumiço”


Suspeitos haviam prestado queixa do desaparecimento da criança. Confrontados com informações dos investigadores, eles acabaram confessando.


Uma denúncia anônima levou a Polícia Civil, na tarde desta quinta-feira (26), até o corpo de um bebê que estava desaparecido desde o início do mês. Os próprios pais confessaram que enterram o pequeno após ele se afogar em um suposto banho em Itaperuçu, na região metropolitana de Curitiba.

O pai, Rafael Kuiava, foi preso no local por ser foragido da Colônia Penal Agrícola. O corpo foi enterrado pelo pai em uma pedreira desativada e de difícil acesso no município metropolitano. Heitor Kuiava, de seis meses, era procurado pelo Serviço de Investigações de Crianças Desaparecidas (Sicride) desde a manhã desta quarta-feira (25). Após a denúncia, o Sicride chegou primeiramente até o trabalho da mãe de Heitor, onde ela confessou a morte.

Como o pai era foragido da Justiça, ele teria entrado em desespero e levado o corpo até esse local para a ocultação. Nenhuma queixa foi registrada na Polícia Civil e nem mesmo os familiares sabiam o que tinha acontecido com o bebê.



A mãe tentou, em um primeiro momento, confirmar a história do sequestro, mas acabou confessando o crime. À polícia, ela disse que não percebeu que o filho tinha morrido e chegou a colocar ele para dormir. Segundo a delegada Iara Dechiche, o casal é muito frio e a versão contada não convenceu a polícia.


Os vizinhos relataram que a criança chorava muito e que simplesmente “desapareceu”. Outros ainda reforçaram em depoimento a polícia que o bebê sempre tinha marcas pelo corpo. “A mãe disse que o menino tinha machucados pelo corpo porque ele sempre se batia no banho e que mordia o filho porque ele era ‘muito gostosinho’”, disse a delegada.

Uma sobrinha do casal chegou a publicar no Facebook que a criança tinha sido sequestrada e que a família estava à procura, mas a mãe não procurou a polícia imediatamente e não concluiu um boletim de ocorrência. A polícia informou que a mãe chegou a ir até a delegacia de Almirante Tamandaré, onde estava morando, mas passou mal e deixou o lugar antes de concluir o BO. Ela chegou a contar que foi abordada por quatro homens quando estava com o garoto na rua e que ele tinha sido levado. A causa da morte deve ser investigada pela equipe do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico-Legal de Curitiba (IML). Além disso, a partir de agora, o caso será investigado pela Delegacia de Rio Branco do Sul, que investiga crimes ocorridos na cidade de Itaperuçu. O casal vai responder por homicídio e ocultação de cadáver.


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