Do Terra -
Ressentido por ter sido abandonado na votação da cassação de seu mandato, no último dia 31, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ)defenderá, no livro que pretende lançar em dezembro, que o impeachment de Dilma Rousseff foi um “golpe parlamentar”.
Segundo o colunista Lauro Jardim, no jornal O Globo, a ideia de Cunha não é, porém, endossar o argumento de “golpe” como pregam petistas. O ex-deputado sustentará que aconteceu a Dilma o mesmo que ocorreu a Fernando Collor, em 1992, e “com
A proposta de Cunha é lançar dois livros. O primeiro vai tratar dos bastidores do impeachment, enquanto a segunda edição, com nome provisório de “Delação não premiada”, vai abordar história pouco republicanas, como o ex-deputado tem argumentado às editoras para conseguir uma patrocinadora.
De acordo com a coluna, Eduardo Cunha recebeu resposta negativa de diversas editoras, mas tem mantido conversas com as editoras Planeta, Geração e Matrix.
O ex-deputado pede adiantamento de R$ 1
Os editores com que o ex-deputado negocia também estão receosos com o fato de que ele não adiantou nenhum material, mas mostrou apenas uma apresentação de quatro páginas do que pretende fazer, e com a possibilidade de que Cunha seja preso, faça uma delação premiada e inviabilize o lançamento do livro, já que as eventuais declarações ao Ministério Público Federal seriam incompatíveis com a obra do peemedebista.
Eduardo Cunha foi cassado na Câmara dos Deputados por mentir na CPI da Petrobras, ao negar a existência de contas em seu nome na
Eduardo Cunha também é réu por corrupção e lavagem de dinheiro.
Fonte : www.alanterna.com

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