Após o anúncio de Joelma, que vai deixar a Calypso em
31 de dezembro, após cumprir a maratona de shows pré-agendados até o fim do ano, Chimbinha decidiu romper o silêncio e falou com a Retratos da Vida sobre o fim da parceria com a ex-mulher e também sobre a separação dos dois, confirmada na semana passada. Chimbinha deixa claro que ainda não desistiu de uma reconciliação com Joelma, com quem foi casado durante 16 anos. E aposta num final feliz para toda a situação. “Sou pela conciliação e ainda acredito no meu casamento, na minha família e na minha mulher. Acho que este momento deve ser de ponderação e reflexão para ambos. Sou um romântico nato e acredito em finais felizes”.
Como você está encarando tudo isso? Quem tem te apoiado? - Há duas situações aqui: a pessoal e a profissional. A primeira será resolvida com diálogo e carinho com Joelma. A segunda com respeito a todos os compromissos firmados com a Calypso. O apoio vem de todos os lados: fãs, amigos pessoais e até de desconhecidos.
No comunicado que enviou à imprensa, você pede perdão a Joelma. Numa relação, quase sempre, a responsabilidade pelo desgaste é dos dois. O que você acha que podia ter feito diferente? - Já me manifestei anteriormente sobre isso. Admito que meus compromissos profissionais me distanciaram da minha responsabilidade familiar. Não me envergonho de assumir isso, mas deixo claro que, como já afirmei, estou disposto a mudar para resgatar meu casamento e a felicidade da minha família. Então você acredita numa reconciliação? - Sou pela conciliação e ainda acredito no meu casamento, na minha família e na minha mulher. Acho que este momento deve ser de ponderação e reflexão para ambos. Sou um romântico nato e acredito em finais felizes. Afinal, é bíblico: “O amor é paciente, o amor é bondoso. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta!”.
Vocês são sócios na Calypso, em uma outra empresa de aluguel de equipamentos para shows e uma confecção. Como esperam tocar isso agora? - A marca Calypso é mais do que eu e Joelma. Envolve a empregabilidade direta e indiretamente de mais de 300 pessoas. Independentemente deste momento pessoal, a Calypso continuará cumprindo seus compromissos. Sou um homem de diálogo e acredito que a Calypso manterá sua trajetória de sucesso.
Ate dezembro vocês se apresentam juntos. A Joelma sempre foi a cara da Calypso. Com a carreira solo dela, você pensa em manter a banda com alguma outra cantora? - Os músicos seguirão com ela ou com você? - Como disse antes, a Calypso já extrapolou a minha imagem e a da minha querida Joelma. Vou continuar dialogando, mas a Calypso continuará firme independente de que rumo tomar nossas vidas. Mas reafirmo que sempre acredito no diálogo e na possibilidade de reconciliação.
Por fim, você nega que tenha havido uma traição que motivou Joelma a pedir o divórcio. Existe um terceira pessoa? E por que você se referiu à “instabilidade emocional” de Joelma? - Boatos, pelo próprio conceito, não são verdade: são especulações. Não existe traição. É um momento bem delicado para nosso relacionamento e isto abala todos emocionalmente, inclusive eu, ela, nossos colaboradores e nossos fãs. Mas vamos superar. (Extra)

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